Caros amigos, informo que tenho na minha posse a colectânea das fotos deste carnaval a que tive acesso. São elas dos conceituados fotógrafos: Camila / Guix / Gasosas / Joana / Andreia / Sandra / Luijinho / Renata.
Quem estiver interessado basta presentear-me com um DVD em estado virgem que eu faço o favor de as gravar.
Segundo a CMM está aberto o concurso público para os espaços comerciais no Parque de St.ª Marta, na Ericeira. Os espaços dedicam-se às seguintes actividades: Espaço 1 – Sapataria/ calçado, Espaço 2 – Bijutaria/ Acessórios de Moda, Espaço 3 – Artigos de Desporto/ Praia, Espaço 4 – Pronto-a-vestir (Homem e Senhora). E os tão falados restaurantes? As licenças já foram dadas sem concurso? E esplanadas?
Já agora também podiam era abrir o Parque ao público que a avaliar por este vídeo já está mais que pronto.
Autoestradas sem limite de velocidade e carro limitado aos 240 km/h (ou 250 km/h segundo publicações especializadas). Um único senão foi a chuva e algum (pouco) trânsito que não me deixou confirmar as limitações electrónicas do carrinho, que me veio para as mãos com 900 Km e uma semana.
Blog restruturado para melhor visualização das fotografias. Acho que não me esqueci de linkar ninguém, se aconteceu deixem a reclamação na caixa de comentários.
Segundo noticia do suplemento Êxito do diário Correio da Manhã, o Mestre vai voltar ao rock sinfónico onde deu cartas e o seu albúm lançado à 30 anos, ‘10 000 Anos Depois entre Vénus e Marte’, foi considerado pela conceituada revista norte-americana ‘Billboard’ como um dos melhores álbuns de rock progressivo do séc. XX.
Os recentes acontecimentos na Caparica vêm relembrar que na nossa praia também falta areia e as soluções que a autarquia e o INAG tem utilizado não parecem ser as mais adequadas.
Praia do Sul vista do Pontão / Foto: João Maria Jorge
Segundo notícia da RCM o problema nasceu desde as construções das piscinas do hotel e do porto de pesca da praia dos pescadores, mas há ainda velhos lobos do mar que dizem que desde que se rebentou com a Pedra Furada que a Praia do Sul nunca mais foi a mesma. O ericeirense José Caré há muito que vem lamentando o dinheiro que é gasto todos os anos, no início do Verão, nas recargas de areia feitas na praia do Sul, sem que o problema da erosão do areal fique definitivamente resolvido.
Tudo começou em 1999 “quando o Inag decidiu colocar pedras na praia para alegadamente proteger o caminho pedonal daquela zona balnear das investidas do mar”, conta José Caré. De quem partiu esta ideia, Caré não sabe, certo é que a colocação das pedras “malditas”, como as qualifica, “custou 500 mil euros” ao Inag. Paraíso no Verão, a praia do Sul, na Ericeira, vive os restantes nove meses praticamente entregue às conquistas do mar:“O mar ao fazer turbilhão, quando bate nas pedras, arrasta a areia para fora da praia”, observa. Todos os anos, no início de cada Verão, “grandes camiões transportam areia da praia dos Pescadores para tapar as pedras que ocupam cerca de dois terços da extensão da praia do Sul”, acrescenta José Caré, questionando a utilidade deste “tapa-e-destapa”: “Chega o Inverno e o mar bravo leva toda a areia”. Este ericeirense admite, porém, que a degradação da praia do Sul “começou na década de 60, com a construção da piscinas do Hotel Turismo e, mais tarde, com a construção do Porto de Pesca, cuja curva é muito encostada à terra”. “A corrente mantém-se forte, corre ao longo do molhe, chega à ponta sul e faz retorno, fazendo com que a areia, que devia ir para a praia do Sul, venha, antes, fixar-se toda naquela monstruosidade de areia que é a praia dos Pescadores”, elucida Caré. ver notícia completa
Hoje apeteceu-me fazer um post papa-óstias para celebrar o dia em que não havia aulas e havia muitas miúdas na escola que vinham das Salesianas para a missa (embora ache que iam lá só para ver os rapazes, freiras incluídas). Eu pelo menos ia para vê-las, porque não havia aulas, e jogava à bola contra os professores (e dava umas caneladas nos "favoritos") e quando calhava à sexta feira sempre se ia mais cedo de fim de semana (e quando dia 31 calhava ao sábado a festa era à mesma na sexta)
Excerto de um inquérito realizado pelo Instituto da Droga e da Toxicodependência a 100 mil jovens entre os 11 e os 18 anos de idade, em 800 escolas públicas.