segunda-feira, 29 de janeiro de 2007
sexta-feira, 26 de janeiro de 2007
O teu pai..

Excerto de um inquérito realizado pelo Instituto da Droga e da Toxicodependência a 100 mil jovens entre os 11 e os 18 anos de idade, em 800 escolas públicas.
Gentilmente roubado ao Legalices
quinta-feira, 18 de janeiro de 2007
terça-feira, 16 de janeiro de 2007
segunda-feira, 8 de janeiro de 2007
terça-feira, 2 de janeiro de 2007
terça-feira, 26 de dezembro de 2006
Piada da época
O menino escreve uma carta ao Pai Natal, onde diz:
- Ò seu barrigudo do caralho, seu cegueta, todos os anos te escrevo uma
carta a dizer que quero um camião dos bombeiros e tu ofereces meias e cuecas... Vou foder-te quando passares à frente da minha porta com as renas, vou foder-te à pedrada...
O Pai Natal manda-lhe então uma carta onde diz:
- Meu filho, este Natal vou-te compensar. Vou-te pôr fogo à casa filho-da-puta, não te vão faltar é camiões dos bombeiros...
Recebida por email
- Ò seu barrigudo do caralho, seu cegueta, todos os anos te escrevo uma
carta a dizer que quero um camião dos bombeiros e tu ofereces meias e cuecas... Vou foder-te quando passares à frente da minha porta com as renas, vou foder-te à pedrada...
O Pai Natal manda-lhe então uma carta onde diz:
- Meu filho, este Natal vou-te compensar. Vou-te pôr fogo à casa filho-da-puta, não te vão faltar é camiões dos bombeiros...
Recebida por email
segunda-feira, 11 de dezembro de 2006
quinta-feira, 7 de dezembro de 2006
Ridiculo
Salazar e o jovem Hélder Pestana, que participou nos ‘Morangos com Açúcar’, novela juvenil da TVI, estão entre os 100 mais nomeados para os ‘Grandes Portugueses’, da RTP 1. [ler mais]
Fonte: Correio da Manhã
Fonte: Correio da Manhã
terça-feira, 5 de dezembro de 2006
segunda-feira, 4 de dezembro de 2006
Luto na blogosfera
terça-feira, 28 de novembro de 2006
sexta-feira, 24 de novembro de 2006
homegrown liquido

Se o João "Trazan" depois das obras vier com ideias de aumentar os preços está aqui uma boa solução. Ou então apenas para experimentar fazer umas jolas e puder dizer "Bebe uma aqui das minhas... Tenho uma plantação no sotão, mas não digas a ninguém"
Saber mais
quinta-feira, 23 de novembro de 2006
terça-feira, 21 de novembro de 2006
segunda-feira, 20 de novembro de 2006
sexta-feira, 17 de novembro de 2006
segunda-feira, 6 de novembro de 2006
Prainha
quinta-feira, 2 de novembro de 2006
Brasileiros a 1/2
A comunidade brasileira na Ericeira está reduzida a metade.
O autarca Joaquim Casado revelou à RCM que “dos cerca de dois mil e 500 cidadãos brasileiros residentes na freguesia, há dois anos, metade regressou ao país de origem”.
Casado garante, ainda, que conseguiu reduzir em cerca de 50 por cento as situações de carência económica e social dos que permanecem na Ericeira.
“Com a campanha do agasalho, da alimentação e com o apoio que damos à legalização, já ultrapassámos em mais de 50 por cento as situações mais graves”, revela.
Actualmente, os casos prioritários prendem-se com situações de doença: “São pessoas doentes que estão numa situação de grande debilidade e não podem trabalhar, e nós damos ajuda alimentar e mesmo ao nível dos transportes, para que possam fazer as respectivas análises clinicas”.
Outra frente deste trabalho implica igualmente o apoio ao alojamento: “As pessoas, não trabalhando, não têm dinheiro para pagar a renda da casa”, justifica.
Na opinião de Joaquim Casado, a integração destes imigrantes “é mais um dos trabalhos da junta. Queremos ajudar essas pessoas para que elas passem a ter a sua dignidade e o seu trabalho”
“Tenho casos de algumas que na hora de regressarem ao seu país, vêm ter comigo agradecer tudo aquilo que eu fiz”, conta, emocionado.
Ainda na opinião de Joaquim Casado, a principal dificuldade em prestar apoio a estes imigrantes é a situação de ilegalidade da maioria deles que, observa, “não têm documentos”. Mas, salienta, “as pessoas têm que viver e aqui encontram sempre uma porta amiga”.
Esta mesma porta voltou a abrir-se ao início da semana para atender mais um pedido de ajuda com sotaque brasileiro.
A Rute chegou à Ericeira há cinco meses com a mãe de 68 anos e o pai de 70, ainda não encontrou emprego e na manhã de terça-feira dirigiu-se à Junta de Freguesia para solicitar a intervenção de Joaquim Casado.
Dirigindo-se ao autarca, atirou: “O senhor já arranjou algum trabalho para mim?”, ao que Casado respondeu: “Já diligenciei junto de comerciantes da Ericeira meus amigos para me facultarem os documentos necessários para tratar da sua legalização, que é o principal”.
Reagindo à vontade manifestada pela Rute, que não perde a esperança de conseguir finalmente encontrar um emprego, e trabalhar, Joaquim Casado salienta que aqui reside a mais-valia destes imigrantes para a economia da Ericeira que, de contrário, teria muita dificuldades em obter mão-de-obra:
“Onde é que há mão-de-obra portuguesa que queira trabalhar? Infelizmente, há muita gente em Portugal que vive do desemprego. Eu, aqui na junta de freguesia, bem como os empresários da hotelaria e da restauração temos que recorrer aos imigrantes”.
E referindo-se à integração dos imigrantes na comunidade local: “Foi uma força de trabalho que apareceu e não tem criado problemas complicados, a não ser alguns casos pontuais. Mas são casos de quem vem de um estrato social e de um país diferente, e que aos poucos estão começar a enraizar-se na comunidade”.
Fonte: RCMafra (Com comentários à noticía no link)
O autarca Joaquim Casado revelou à RCM que “dos cerca de dois mil e 500 cidadãos brasileiros residentes na freguesia, há dois anos, metade regressou ao país de origem”.
Casado garante, ainda, que conseguiu reduzir em cerca de 50 por cento as situações de carência económica e social dos que permanecem na Ericeira.
“Com a campanha do agasalho, da alimentação e com o apoio que damos à legalização, já ultrapassámos em mais de 50 por cento as situações mais graves”, revela.
Actualmente, os casos prioritários prendem-se com situações de doença: “São pessoas doentes que estão numa situação de grande debilidade e não podem trabalhar, e nós damos ajuda alimentar e mesmo ao nível dos transportes, para que possam fazer as respectivas análises clinicas”.
Outra frente deste trabalho implica igualmente o apoio ao alojamento: “As pessoas, não trabalhando, não têm dinheiro para pagar a renda da casa”, justifica.
Na opinião de Joaquim Casado, a integração destes imigrantes “é mais um dos trabalhos da junta. Queremos ajudar essas pessoas para que elas passem a ter a sua dignidade e o seu trabalho”
“Tenho casos de algumas que na hora de regressarem ao seu país, vêm ter comigo agradecer tudo aquilo que eu fiz”, conta, emocionado.
Ainda na opinião de Joaquim Casado, a principal dificuldade em prestar apoio a estes imigrantes é a situação de ilegalidade da maioria deles que, observa, “não têm documentos”. Mas, salienta, “as pessoas têm que viver e aqui encontram sempre uma porta amiga”.
Esta mesma porta voltou a abrir-se ao início da semana para atender mais um pedido de ajuda com sotaque brasileiro.
A Rute chegou à Ericeira há cinco meses com a mãe de 68 anos e o pai de 70, ainda não encontrou emprego e na manhã de terça-feira dirigiu-se à Junta de Freguesia para solicitar a intervenção de Joaquim Casado.
Dirigindo-se ao autarca, atirou: “O senhor já arranjou algum trabalho para mim?”, ao que Casado respondeu: “Já diligenciei junto de comerciantes da Ericeira meus amigos para me facultarem os documentos necessários para tratar da sua legalização, que é o principal”.
Reagindo à vontade manifestada pela Rute, que não perde a esperança de conseguir finalmente encontrar um emprego, e trabalhar, Joaquim Casado salienta que aqui reside a mais-valia destes imigrantes para a economia da Ericeira que, de contrário, teria muita dificuldades em obter mão-de-obra:
“Onde é que há mão-de-obra portuguesa que queira trabalhar? Infelizmente, há muita gente em Portugal que vive do desemprego. Eu, aqui na junta de freguesia, bem como os empresários da hotelaria e da restauração temos que recorrer aos imigrantes”.
E referindo-se à integração dos imigrantes na comunidade local: “Foi uma força de trabalho que apareceu e não tem criado problemas complicados, a não ser alguns casos pontuais. Mas são casos de quem vem de um estrato social e de um país diferente, e que aos poucos estão começar a enraizar-se na comunidade”.
Fonte: RCMafra (Com comentários à noticía no link)
segunda-feira, 30 de outubro de 2006
A rã, o astronauta e os tomates do menino









Pois é, aqui o vosso amigo acompanhado do companheiro Foka_Bock esteve em Salamanca de visita à nossa amiga Claricinha. Encontramos "la rana" que se encontra de óptima saúde e manda beijinhos para todos. O "astronauta" também lá estava no mesmo sítio e o menino com os tomates em "piedra" por causa do frio. "La Movida" é realmente movida. Começamos por 5ª feira na noite do estudante, que nos fez um bocado confusão, porque depois de jantarmos fomos para uma espécie de "espelunca" onde por 3,50 € podiamos beber cervejas à descrição até às 2 da manhã (por 6,00 € bebe-se Vodka/Gin e afins). Coisa um bocado estranha, parece que fazem a noite ao contrário porque a seguir fomos beber umas "pints" ao Irish Pub. 6ª feira a "movida" emperrou devido a uma baixa na equipa dos irredutiveis tugas, o Foka_bock estava fanfe por causa do frio salamanaquenho e ficamos por casa. Sábado foi a vingança merecida! Depois de jantarada e copos em casa, passamos pelo "desperado" (que é o bar mais manhoso que já estive, so bimbaria) para beber um shot antes de entar no bairro alto lá do sitio... Depois disso foi correr varias capelinhas, entre elas o bar da cerveja de litro a 2,70 € (e eu pedi uma imperial "normal" depois da primeira litrosa e paguei 2,00 €!!!!), e acabámos num disco-night que me fazia lembrar a arena do "Gladiador" com as celas por cima... Aconselho KGB a quem venha a conduzir de regresso, que "no passa nada" no dia seguinte. Tranquilo depois de + de 10 vodkas sempre em pé!
Obrigado à Claricinha e restantes Chiquititas pela excelente hospitalidade
terça-feira, 24 de outubro de 2006
For sale

iTrip nano Griffin Technology
Impecável (na caixa)
Motivo de venda: O meu carro tem ligação por cabo para iPod e o meu nano tem o visor avariado (e assim não dá para usar o iTrip).
Especificações técnicas
Quem estiver interessado contacte via comment ou tlm
PIDDAC 2007: Destaque para o Porto de Pesca da Ericeira
O Plano de Investimentos e Despesas da Administração Central (PIDDAC) de 2007 vai contemplar o concelho de Mafra com 4 milhões e 100 mil euros: 3 mil e 900 para o Porto de Pesca da Ericeira, o que representa 95% do valor total, e 200 mil para obras de conservação da EN 247 - troço entre S. Pedro da Cadeira (EN-9) e Ericeira. Recorde-se que no ano anterior Mafra recebeu 2 milhões e 38 mil euros do PIDDAC. Fonte: MafraRegional.pt
Já era altura de resolver a vergonha que é o Porto de Pesca da Ericeira. A entrada de mar está completamente devassada e recebe as ondulações todas de frente, já não há molhe que a proteja. Resta-nos os "tomates" dos pescadores jagozes e o seu amor à arte para termos ainda peixe fresco nos restaurantes e lota. E claro que também temos o "Yatch Club"!
Já era altura de resolver a vergonha que é o Porto de Pesca da Ericeira. A entrada de mar está completamente devassada e recebe as ondulações todas de frente, já não há molhe que a proteja. Resta-nos os "tomates" dos pescadores jagozes e o seu amor à arte para termos ainda peixe fresco nos restaurantes e lota. E claro que também temos o "Yatch Club"!
segunda-feira, 23 de outubro de 2006
terça-feira, 17 de outubro de 2006
terça-feira, 3 de outubro de 2006
segunda-feira, 25 de setembro de 2006
Recordar é viver
Já encontraram a Pipinha? Ela está lá no genérico do programa que deve ter ensinado muita gente da nossa geração a ler...
quarta-feira, 20 de setembro de 2006
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